quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Vamos falar?



Brasil registra redução de 7,6 milhões de linhas telefônicas móveis em 2017
  • 31/01/2018 15h28
  • Brasília
Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil
Brasil atinge 273 milhões de celulares
Em 2017, o número de linhas para celular reduziu 3,11%(Arquivo-Agência Brasil)
O número de linhas telefônicas móveis (celular) no Brasil registrou uma redução de 7.578.808 em 2017, uma queda de 3,11%, segundo balanço divulgado hoje (31) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No mês de dezembro, em relação ao mês anterior, o serviço móvel pessoal apresentou uma queda de 1,09%, com menos 2.603.234 linhas em funcionamento.

De acordo com dados divulgados pela agência, o país fechou o ano com 236.488.548 linhas em operação. Desse total, 148.509.361 são pré-pagas e 87.979.187 são pós-pagas. Em 12 meses, foi registrada uma redução de 9,83% nas linhas pré-pagas, que fecharam o ano com uma diminuição de 16.190.210 linhas. Nos pós-pago, entretanto, foi registrado aumento de 10,85%, com a adição de 8.611.402 linhas.

Quando comparado ao mês anterior, no mês de dezembro de 2017, as linhas móveis pré-pagas apresentaram queda de 3.582.840 unidades, uma redução de 2,36 %. Já o pós-pago registrou um crescimento de 1,13%, com mais 979.606 linhas.

Segundo a Anatel, nesse período, dois estados apresentaram crescimento nas linhas móveis: Roraima, com acréscimo de 5.715 linhas, um aumento de 1,19%, e São Paulo, com adição de 178.009 linhas, acréscimo de 0,29%.

Além disso, na comparação entre o último mês do ano passado com o mês anterior, três estados da Região Norte apresentaram crescimento no número de linhas móveis: Amazonas com mais 8.730 linhas; Amapá com mais 2.039 e Roraima com mais 2.810; e um estado da Região Sudeste, o Espírito Santo, com mais 5.046 linhas.

Empresas
Entre as empresas, os números mostram que a Vivo continua como a maior operadora, com 74.939.872 linhas móveis. A Claro ultrapassou Tim e passou a ocupar o segundo lugar, com 59.022.019 clientes. Já a Tim, fechou o ano com 58.634.435 assinantes. A Oi aparece em quarto com 38.942.433 linhas.

Tecnologias
De janeiro a dezembro do ano passado, as linhas 4G (LTE) apresentaram crescimento de 42.133.684 unidades, um aumento de 70,10%, e as utilizadas em aplicações máquina-máquina (M2M), como telealarmes, automação residencial e rastreamento de automóveis, também tiveram aumento de 2.483.743 linhas.

Edição: Fernando Fraga


domingo, 31 de dezembro de 2017

Viva as festas



Barulho excessivo nas festas de fim de ano pode afetar audição
  • 31/12/2017 17h44
  • Brasília
Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

 
Fogos de artifício, umidade e música alta podem prejudicar audiçãoAlexandre Macieira/Riotur

Durante o réveillon, são comuns as festas com fogos de artifício e músicas com volume alto no som. Nas viagens e férias, as pessoas também acabam passando mais tempo no mar e nas piscinas. Todos esses bons momentos, entretanto, podem causar infecções no ouvido ou deficiência auditiva. É o que alerta o otorrinolaringologista Paulo Lazarini, da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
Saiba Mais
Segundo o especialista, a exposição ao som muito alto durante as festas pode causar uma lesão na porção interna do ouvido, gerando um desconforto auditivo, dor ou uma sensação de zumbido e chiado. “As lesões vão se acumulando ao longo dos anos. Como temos uma expectativa de vida grande, precisamos preservar nossa audição para chegar bem à velhice. Isso deve ser pensado desde jovem”, disse o médico.

A dica de Lazarini para saber se o volume está acima do adequado é monitorar se uma pessoa precisar gritar muito para conversar com outras: isso significa que o ruído está muito alto e pode ser lesivo ao ouvido. Nesse caso, é preciso sair desse ambiente.

Em relação à explosão de fogos de artifício, o otorrinolaringologista alertou que, se acontecer muito próxima ao ouvido, pode inclusive perfurar o tímpano ou a cóclea e causar uma perda auditiva irreversível. “São situações extremamente graves”, disse, e explicou que, se não for possível usar dispositivos que ativem os fogos à distância, as pessoas devem usar protetores auriculares na manipulação desses produtos.

Além dos fogos e do som alto, outro aspecto que merece atenção é a umidade. Segundo Lazarini, as doenças infecciosas são comuns nessa época do ano, quando as pessoas vão muito à praia e à piscina. “O ouvido fica umedecido, isso causa uma irritação e favorece as infecções na parte interna do ouvido”, disse.
Ela explica que, em geral, as otites não levam à perda de audição, mas causam muita dor. Por isso, é importante procurar logo o atendimento médico.
Edição: Lidia Neves

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Precisamos que o aluguel caia mesmo



Inflação do aluguel acumula queda de 1,41% nos últimos 12 meses
  • 30/10/2017 09h27
  • São Paulo
Marli Moreira - Repórter da Agência Brasil




Em outubro, o índice usado como base para reajustar o aluguel variou 0,20%Arquivo/Agência Brasil


O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) encerrou outubro com variação de 0,20%, resultado abaixo do registrado em setembro último (0,47%) . No mesmo mês de 2016, o índice tinha alcançado 0,16%. No acumulado desde janeiro, houve queda de 1,91% e nos últimos 12 meses, o índice caiu 1,41%. Este último é que serve de base de cálculo para a renovação dos contratos de aluguel.

O levantamento é feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), com dados coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do atual. A pesquisa mostra que o recuo foi influenciado pela desaceleração no setor atacadista.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de uma alta de 0,74% para 0,16%. De janeiro a outubro, o IPA teve queda de 4,37% e em 12 meses, recuo de 3,86%. Entre os grupos que mais contribuíram para a redução estão os produtos agropecuários, com queda acumulada em 12 meses de 16,68%.

Em outubro, o grupo matérias-primas brutas foi negativo em 1,05% ante uma alta de 1,81%, no mês anterior. Tiveram destaque as commodities (produtos primários com cotação no mercado internacional) minério de ferro (de 7,88% para -8,28%), bovinos (de 8,89% para 0,76%) e mandioca (de 1,97% para -0,53%).

Já os dois componentes restantes do IGP-M indicaram recomposição de preços. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) passou de um recuo de -0,09% para uma alta de 0,28% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve variação de 0,19%, ante 0,14% no mês anterior.

Edição: Lidia Neves


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